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Liderança feminina: 3 personagens para inspirar

por | 20/04/2019 | 0 Comentários

Em seu livro Liderança: A Inteligência Emocional na Formação do Líder de Sucesso, Daniel Goleman aborda os seis principais tipos de liderança, classificando líderes como: autoritários ou coercitivos, direcionadores, democráticos, instrutores, maternais e visionários ou orientadores.

Cada estilo de liderança definido por Goleman possui características peculiares e, após estudar um pouco sobre o tema, identifiquei em personagens de séries que acompanho, perfis de liderança feminina inspiradores.

Olivia Pope – Scandal

Eu lembro que resisti bastante antes de começar a assistir Scandal, mas logo no primeiro episódio percebi que não era só mais uma série sobre política nos Estados Unidos. E foi assim que aprendi a admirar o estilo de liderança de Olivia Pope, a protagonista.

A trama se passa em Washington D.C. e mostra os bastidores da Casa Branca, tendo como pano de fundo o complexo relacionamento entre o Presidente recém-eleito e sua assessora de campanha, Olivia Pope.

Mulher, negra e bem sucedida. Olivia Pope é o retrato da liderança feminina moderna quando o assunto é autoconfiança. Sua personalidade forte e conhecimento técnico a permitiram montar uma equipe leal e extremamente assertiva.

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Crédito Imagem: ABC / Eric Mc Candless

Segundo Goleman, o líder coercitivo exige que seu time cumpra uma ordem imediata. Essa liderança costuma funcionar bem em situações de crise, em que o grupo precisa se unir e seguir um objetivo determinado pelo líder, sem tempo para hesitar. Já o estilo de líder instrutor, funciona como uma espécie de coach, visando desenvolver as habilidades de sua equipe e desenvolvê-la para desafios futuros.

Olivia reúne características destes dois estilos de liderança. O propósito da empresa “Olivia Pope and Associates”, fundada por ela, é justamente resolver escândalos de imagem que envolvem figuras públicas – especialmente políticos.

Equilibrando as suas habilidades de desenvolvimento de pessoas com o seu perfil extremamente exigente, Olivia alcança níveis de excelência e respeito enormes por parte de sua equipe, além de um reconhecimento público da eficácia de seu trabalho. Não por acaso batizou os membros do seu time de gladiadores.

Jessica Pearson e Donna Pulsen – Suits

Alguém muito sábio uma vez me disse que Suits era um MBA gratuito disponível no Netflix. E eu não poderia concordar mais. A série logo me conquistou e despertou minha atenção por duas personagens em especial.

Jessica

Jessica Pearson é o tipo de mulher com quem você não quer comprar uma briga. Sua postura desafiadora e sua elegância incomparável fazem dessa advogada uma líder ímpar.

Daniel Goleman classifica como liderança direcionadora aquela que cria desafios e metas difíceis, instigando seus liderados a exigirem sempre mais de si mesmos. Excelência é palavra de ordem aqui e está diretamente ligada ao desempenho da equipe.

executiva negra lidera equipe de advogados
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Crédito Imagem: Pinterest

Sócia de um importante escritório de advocacia em Nova Iorque, Jessica Pearson sempre precisou provar sua capacidade e lutar por seus objetivos. Por ser negra, enfrentou algumas dificuldades, mas superou todas, chegando ao topo confiante de sua competência.

Durante as seis primeiras temporadas de Suits, Jessica mostra seu empenho em exercer o papel de líder, mesmo nos momentos em que a sobrevivência do seu negócio esteve ameaçada. Sua experiência e personalidade observadora a ajudaram a criar um estilo próprio de liderança, que mistura os perfis de líder direcionador e instrutor.

Ao mesmo tempo em que exige muito de sua equipe (em especial do protagonista Harvey Specter), Jessica se mostra sempre disposta a interceder por eles, buscando prepará-los para lidar com situações difíceis. Sua língua afiada e percepção única contribuem para a construção da imagem de “durona”, que faz questão de passar. Mas sua liderança é pautada em cima do aprendizado e de como as experiências, sejam elas vitoriosas ou não, nos ajudam a crescer pessoal e profissionalmente.

Donna

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Crédito Imagem: USANetwork.com

Donna Pulsen é o tipo de pessoa que todo mundo quer ser. Bonita, inteligente, simpática e muito competente, seu perfil agregador e sua forma singular de ler as pessoas a transforma em uma líder excepcional.

Sua liderança inspira justamente por ser uma característica natural da sua personalidade. Donna está o tempo todo analisando os cenários, conflitos e atitudes dos membros da organização. E sempre tem o discurso certo para orientar a quem precisa, criando laços emocionais entre as pessoas, além de focar no senso de pertencimento dos indivíduos para com a empresa.

A esse tipo de líder, Goleman deu o título de líder maternal. Donna é 50% líder maternal e 50% líder democrática, pois faz questão de envolver todas as partes interessadas nas decisões importantes e é capaz de criar situações para que o time sinta a necessidade de compartilhar suas ideias e estratégias individuais com o grupo, em prol de um bem maior.

“Líderes desejam ver o sucesso de sua equipe e assumem a responsabilidade se ela falhar.” – Simon Sinek.

Liderança não é uma expertise. É sobre estar constantemente buscando se aprimorar para extrair o melhor daqueles que dividem um desafio com você.

Essas mulheres, apesar de personagens fictícias, me inspiram a buscar a minha melhor versão. Quem disse que Netflix não pode influenciar positivamente a vida corporativa? 😉

Leia também: Sua liderança é inspiradora?

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