Qual o impacto da liderança no processo de transformação das organizações?

Qual o impacto da liderança no processo de transformação das organizações?

Eu sempre fui muito interessada nos diferentes comportamentos humanos. Talvez por ter construído minha carreira na área de comunicação estratégica para organizações, o que, indiretamente, acabou me permitindo estar em constante contato com os diferentes níveis de colaboradores das empresas em que trabalhei. O fato é que, mesmo com toda essa aproximação, a minha visão sobre os temas cultura, clima e comportamento organizacional era outra. Depois de aprofundar os estudos nas diversas áreas do que chamamos hoje de boas práticas de Recursos Humanos nas organizações, esses temas estão não só mais presentes na minha rotina de trabalho, como também estão transformando a minha forma de pensar e me posicionar como uma liderança que atua na gestão e desenvolvimento de pessoas.

Como o Comportamento Organizacional influencia na gestão de negócios

O comportamento humano precisou começar a fazer parte das estratégias organizacionais uma vez que os administradores entenderam que uma empresa é composta de pessoas e que são elas as responsáveis por definirem a representação da marca na mente de seus clientes. E como fazer isso sem conhecer suas equipes, investir em desenvolvimento contínuo e motivar os colaboradores?

Se partirmos do princípio que o comportamento organizacional de uma empresa está diretamente ligado a forma com que as pessoas agem, interagem e se sentem em relação à organização e ao dia a dia de trabalho, o desafio de motivar, engajar e promover uma gestão humana, que contribua para uma alta performance e atingimento de metas institucionais, se torna ainda maior.

A famosa Pirâmide de Maslow – teoria também conhecida como a Hierarquia das necessidades de Maslow – criada pelo psicólogo norte americano Abraham Harold Maslow, já abordava, desde a década de 50, o conceito de motivação e como a busca pela satisfação é algo que define a forma dos seres humanos sentirem-se motivados a adotar comportamentos ou alcançar determinados objetivos.

pirâmide das necessidades de maslow
Créditos imagem: carreira.com.br

As empresas que perceberam o quanto esse olhar para as pessoas da organização pode ser determinante para o atingimento de metas e da plena satisfação e fidelização de seus clientes, estão um passo à frente de seus concorrentes. No entanto, muitos negócios ainda engatinham no que diz respeito ao desenvolvimento de políticas e metas voltadas para pessoas e desenvolvimento de liderança.

Inteligência emocional e o papel da liderança

Em seu livro, A Teoria U – Como liderar pela percepção e realização do futuro emergente, o economista alemão Otto Scharmer apresenta uma teoria que propõe uma trilha de autoconhecimento para processos de inovação e gestão da mudança nas organizações, capaz de transformar a visão da empresa por meio da percepção e autodesenvolvimento de seus líderes.

pirâmide necessidades de maslow
Créditos imagem: raviresck.com

A partir do conceito que definiu como presencing, o autor traz uma reflexão sobre autodescoberta que pode ser aplicado ao indivíduo e também às empresas: “Presencing denota a capacidade dos indivíduos e entidades coletivas de se ligar diretamente com um futuro potencialmente superior”.

Segundo Otto, todo ser humano possui duas representações interiores de si mesmo. A primeira seria o eu – pessoa ou comunidade que nos tornamos a partir das experiências e da jornada que vivemos no passado. A segunda, o Eu – pessoa ou comunidade que podemos nos tornar conforme buscamos alcançar o futuro; nossa possibilidade futura mais alta.

O encontro das duas é o que ele chama de presencing: a união do nosso autoconhecimento a partir daquilo que já vivenciamos com aquilo que ainda está por vir.

“A ferramenta de liderança mais importante é o seu Eu”.

Otto C. Scharmer

Ao defender esse conceito, Otto Scharmer chama atenção para o papel do líder no processo de gestão de pessoas e transformações organizacionais, que é fruto da inteligência emocional, uma das habilidades mais importantes para liderar com empatia e conseguir distinguir emoções de sentimentos – as emoções estão mais ligadas a eventos específicos, que incentivam a ação; os sentimentos são mais duradouros, estão relacionados a afetividade positiva ou negativa sobre algo ou alguém.

Para alcançar uma gestão voltada para performance, capaz de avaliar e influenciar o desempenho de profissionais nas empresas, é importante focar no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais, que têm impacto direto nos resultados da organização.

Se o comportamento organizacional expressa os sentimentos dos profissionais que atuam em determinada empresa, as competências comportamentais e o desenvolvimento de uma liderança emocionalmente preparada para lidar com as adversidades – das pessoas e do negócio – se tornam essenciais.

“Líder é alguém que assume a responsabilidade de descobrir o potencial de pessoas e situações. ” 

Brené Brown

A frase é da Brené Brown, escritora, professora e pesquisadora americana, retirada do livro A Coragem de Ser Imperfeito.

Esta definição criada pela autora só corrobora que é papel da liderança estar em constante evolução, buscando aperfeiçoar o olhar para promover o aprimoramento das competências técnicas e o desenvolvimento das competências comportamentais.

Ao utilizarem-se destas ferramentas para a prática de gestão e capacitação de lideranças para atuarem de maneira empática e holística, os profissionais que atuam nas áreas de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas têm a oportunidade de se tornarem protagonistas de movimentos internos que busquem promover esse olhar atento ao comportamento das pessoas nas organizações, contribuindo não apenas para o sucesso do negócio, mas também influenciando o desenvolvimento de lideranças conscientes de seu papel fundamental na construção de ambientes corporativos mais saudáveis.

Leia mais sobre o tema liderança clicando AQUI!

Eu e podcast: deu match!

Eu e podcast: deu match!

Confesso que houve uma resistência natural no início. Todo mundo falava sobre como podcast era algo super legal e eu não sentia vontade alguma de entrar nesse mundo.

Sempre fui apegada à leitura, talvez por conta da minha formação original: jornalismo. O fato é que dificilmente eu troco um bom livro (físico) por qualquer outra forma de conteúdo.

Foi então que o jogo virou: nos últimos três meses, me peguei dividindo o tempo dedicado à leitura entre livros, artigos e podcasts.

Não me lembro ao certo como foi essa aproximação… Só sei que me vi trocando as playlists de músicas que tanto amo ouvir e criar por canais de podcasts durante o trajeto de ida e volta ao trabalho.

A praticidade do podcast

Por ser um conteúdo em áudio, o podcast te permite mobilidade, algo que faz a diferença na correria do mundo atual. Ao criar a possibilidade de ouvir informações que antes só eram pensadas em quanto textos escritos, o podcast cria também uma maneira prática e livre de consumir conteúdo relevante de forma singular: já me peguei ouvindo um podcast durante um treino de corrida, por exemplo.

Meu horário favorito para ouvir podcasts é pela manhã, seja durante a semana a caminho do trabalho, ou nos fins de semana, enquanto preparo meu café com calma.

Já virou rotina!

Como estou curtindo essa nova forma de consumir conteúdo, tenho pesquisado diversos canais e podcasters diferentes. Separei aqui os meus top 3 do momento:

Bom dia, Obvious!

Marcela Ceribelli é a voz que dá vida a este podcast. Filha da jornalista Renata Ceribelli, Marcela é diretora criativa da Obvious Agency e semanalmente reúne um grupo de mulheres para abordar os diversos temas que permeiam o universo feminino: carreira, saúde, estética, vida amorosa etc. Tudo com muito bom humor e uma boa dose de verdade!

podcast feminino bom dia obvious

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Vieses Femininos

Descobri a Elisa Tawil pelo LinkedIn e passei a seguir seu conteúdo compartilhado por lá. Até que um dia vi um post dela falando sobre o Vieses Femininos e resolvi escutar um episódio.

Nas palavras dela: “Um espaço inclusivo e inspirador, que desperta a nossa jornada individual resgatando nossa coragem, empatia e sororidade.”

São muitos episódios e muitas histórias inspiradoras. Vale a pena!

vieses femininos podcast

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Insider Podcast

Conheci o Nelio Xavier no ano passado, durante um evento sobre empreendedorismo em que ele participou de um pitch e foi muito bem recebido pela plateia.

Trocamos contato via LinkedIn e, algum tempo depois, o Nelio lançou o Insider Podcast com uma proposta bem diferente: trazer os melhores conteúdos da rede profissional para o mundo dos podcasts. Uma espécie de resumo dos profissionais que mais se destacaram produzindo conteúdo no LinkedIn.

linkedin insider podcast

Clica na imagem para ouvir no Spotify!

Sensacional né? Sem falar que o Nelio tem um carisma nato e traz insights incríveis a partir da sua curadoria de conteúdo.

E você, é adepto dessa nova forma de consumir conteúdo?

Deixa sua dica de podcast aqui nos comentários!

Leia também: Liderança feminina – 3 personagens para inspirar
Outubro Rosa: moda, autocuidado e responsabilidade social

Outubro Rosa: moda, autocuidado e responsabilidade social

É comum vermos marcas criando ações, colorindo suas redes sociais e incentivando que suas equipes usem rosa no mês de Outubro. O curioso é que a maioria delas esquece o principal intuito do movimento Outubro Rosa: estimular o autocuidado, fortalecer as formas de prevenção e promover o diálogo sobre o câncer de mama.

Como unir propósito, beleza e autocuidado?

A gávia é uma marca carioca de moda feminina que nasceu da paixão compartilhada por mãe e filha, Fátima Resende e Taci Garcia, pela arte de criar roupas mais que especiais. Vestir com estilo, bossa, cuidado e amor faz parte da essência da marca. 

Poder alinhar isso com a causa do câncer e tocar as pessoas por meio da moda consciente e com propósito foi a forma que a gávia encontrou de comunicar o quanto autocuidado e autoestima devem sempre andar juntos e desenvolver uma ação incrível neste Outubro Rosa.

Coleção Simplesmente Linda

A coleção Simplesmente Linda nasceu desse desejo da gávia de contribuir para um causa de forma efetiva, algo que está muito alinhado com o meu propósito de vida. Assim, nos unimos para criar um projeto que pudesse inspirar pessoas e gerar um impacto positivo no movimento Outubro Rosa.

Mas como falar sobre câncer de mama e todas as questões que envolvem o universo feminino neste processo com tanta propriedade?

Trazer a Linda Rojas para o projeto foi essencial. Com pouco mais de 30 anos, Linda já enfrentou duas vezes o câncer de mama e resolveu contar sua história de força e coragem ao lado do seu marido no blog Uma Linda Janela.

Com muita afinidade e vontade de ajudar ao próximo por meio dos seus trabalhos, Linda e Taci desenvolveram uma linha de t-shirts com frases especialmente criadas pela dupla bordadas à mão.

ação outubro rosa gávia responsabilidade social
Taci Garcia e Linda Rojas.
Créditos: Rafael Baranda, 2019.

Outubro Rosa + Responsabilidade social

Além de todo carinho, cuidado e comprometimento com a criação de algo maior, a coleção não foi lançada no Outubro Rosa por acaso: o objetivo da colaboração entre as duas era contribuir de forma efetiva para a causa do câncer de mama.

Assim, cada peça vendida da coleção Simplesmente Linda, que além das t-shirts também conta com outras peças, a gávia doará R$ 10,00 para a Fundação Laço Rosa, ONG que atua com diversos projetos em prol do combate ao câncer de mama.

Clique aqui para comprar e também contribuir com esta causa!

Fazer parte da elaboração desse projeto tão lindo e cheio de propósito foi mais que especial. Orgulho de conseguir reunir pessoas e marcas tão incríveis por uma causa tão especial!

Leia também: Prevenção Não Tem Cor – o cuidado deve ser de todos
Prevenção Não Tem Cor

Prevenção Não Tem Cor

O mês de outubro chegou e com ele a famosa campanha de conscientização e prevenção ao câncer de mama: Outubro Rosa. Na sequência, entraremos em novembro, quando a área da saúde volta seus esforços para uma iniciativa parecida, desta vez com o objetivo de exaltar a prevenção ao câncer de próstataNovembro Azul.

Mas e se a gente falasse sobre a importância da conscientização, prevenção e diagnóstico precoce desses dois tipos de câncer ao mesmo tempo?

Foi pensando no quanto a sociedade precisa se mobilizar de forma mais próxima e consciente sobre o câncer, que nasceu a campanha Prevenção Não Tem Cor, uma iniciativa do hospital São Carlos Saúde Oncológica para promover o cuidado com a saúde, a importância do diagnóstico precoce e, principalmente, o olhar atento a si mesmo e ao outro quando o assunto é prevenção do câncer, seja ele qual for. 

A sua preocupação com a saúde tem cor?

No Brasil, o câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre as mulheres, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. O mesmo vale para o câncer de próstata entre os homens, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer.

Ao somarmos as estimativas de novos casos dois dois tipos de câncer, passamos de 120 mil. Isso mesmo: mais de 100 mil brasileiros muito provavelmente descobriram um tumor maligno de mama ou de próstata nos últimos dois anos. 

Apesar dos números serem alarmantes, quando o assunto é prevenção, muita gente ainda negligencia o autocuidado, o que pode resultar num diagnóstico tardio e, consequentemente, menores chances de sucesso no tratamento do câncer.

Um novo olhar sobre a prevenção do câncer

A verdade é que existe muita informação disponível sobre como se prevenir do câncer. A questão é que informação só se transforma em conhecimento quando há uma troca e um interesse de querer estar com a saúde em dia. Falei um pouco sobre isso nesse artigo aqui.

Pois bem: se a prevenção ainda fica no campo da informação passiva, o que podemos fazer para transformá-la em conhecimento que de fato seja capaz de salvar vidas?

Quem melhor que o nosso parceiro, familiar ou amigo para nos alertar sobre os fatores de risco e nos apoiar no momento em que a possibilidade de um diagnóstico de câncer se torna real?

A campanha Prevenção Não Tem Cor traz este tema para discussão, mostrando como estar ao lado de quem você ama é fundamental antes, durante e após o enfrentamento de um câncer.

Quem disse que o câncer de próstata não pode fazer parte da vida das mulheres? Será que os homens não devem se preocupar com o câncer de mama?

Outubro pode ser rosa e novembro pode continuar azul. O mais importante é falar abertamente sobre o câncer durante o ano todo e deixar claro que cuidar da sua saúde e da saúde de quem você ama pode salvar vidas.

Foi com muita coragem que o Caio e Linda enfrentaram o câncer de mama duas vezes. E hoje eles compartilham essa história:

Prevenção Não Tem Cor – Caio e Linda

Independente da cor, do mês ou do tipo, o câncer não escolhe quando vai aparecer, mas você pode escolher quando vai começar a se cuidar.

E aí, você concorda que prevenção não tem cor?

Sobre ser coragem

Sobre ser coragem

Eu me lembro como se fosse hoje. Faltavam poucos dias para o início dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. A cidade se preparava para viver algo inédito até então. E eu também.

Iniciar um trabalho novo é sempre algo marcante, que exige coragem. No meu caso específico, o processo de saída de uma instituição para o ingresso em outra sempre esteve ligado a um desafio. E dessa vez, o meu desafio era implantar um projeto que tinha como premissa principal cuidar do maior desafio da vida de milhares de pessoas: o câncer.

Já falei um pouco sobre a minha história com o câncer nesse texto aqui.  

Mas dessa vez era diferente. Logo nos primeiros meses, senti o peso de assumir um compromisso capaz de gerar um impacto enorme na vida de tantas pessoas: colaboradores, pacientes, familiares, médicos… Essa reflexão me fez, por diversas vezes, questionar se eu realmente estava preparada para esse desafio.

A verdade é que ninguém se sente preparado o suficiente até que a oportunidade de testar e conhecer a fundo o seu potencial para determinada atividade esteja em suas mãos.

A partir daí, você tem duas opções:

  1. Deixar o medo falar mais alto e seguir na sua zona de conforto, esperando algum insight surgir para te resgatar da inércia;
  2. Buscar a coragem que existe dentro de você e encarar o desafio, com medo e sem qualquer certeza de que vai dar certo.

E foi justamente ao escolher a segunda opção, que entendi o quanto essa proposta de trabalho faz sentido pra mim.

Pessoas e causas

Eu não tenho dúvidas de que trabalhar com o que a gente gosta nos faz mais felizes e realizados como profissionais. Mas compreender o conceito da empresa, acreditar na sua missão e compartilhar os mesmos valores é o que realmente faz a diferença.

Quando entrei para o time da São Carlos Saúde Oncológica, um hospital de câncer que aposta no cuidado próximo e personalizado como diretriz para a promover a mudança de olhar das pessoas sobre a doença, logo me identifiquei com o propósito da empresa: transformar a vida em protagonista.

A frase e o contexto em que a mesma se aplica, carregam os dois pilares da construção da minha carreira e do meu propósito profissional: pessoas e causas.

No livro “Capitalismo Consciente – Como Libertar o Espírito Heroico dos Negócios“, John Mackey e Raj Sisodia reforçam que propósito está diretamente relacionado à diferença que você quer fazer no mundo.

De acordo com os autores, paixão pessoal, propósito corporativo e desempenho empresarial caminham juntos. E eu concordo 100% com eles!

Coragem para gerar impacto

Nesse sentido, ter a oportunidade de impactar positivamente as pessoas, valorizando a vida e ressaltando a importância de um trabalho realizado com paixão é algo ímpar. Não é à toa que a essência da marca é ser coragem.

Coragem é agir com o coração.

Porque para assumir esse compromisso, é preciso se doar por inteiro. É preciso superar o medo e usar a coragem como força motriz para conquistar o novo e vencer.

Não, eu não estou dizendo que o caminho é fácil. Ao contrário, ele é bem difícil. Possui altos e baixos, podendo ser comparado a uma verdadeira montanha russa de emoções. Afinal, não existe história de sucesso sem medo e sem fracasso.

Para Simon Sinek, autor da Teoria do Círculo Dourado (falei um pouco dela neste artigo aqui), deve existir uma conexão entre o QUE fazemos e POR QUE fazemos algo.

Assim, a conquista vem quando temos clareza ao perseguir e obter O QUE queremos. O sucesso vem quando temos clareza para saber POR QUE queremos aquilo. 

Lidar todos os dias com o câncer exige um mergulho singular, principalmente quando o projeto envolve promover um novo olhar. Essa proposta requer compromisso, confiança, paixão e superação, para ambos os lados – pacientes e profissionais que atuam na área de saúde.

São esses elementos que vão construir relações de valor capazes de transformar vidas.

Eu não tenho dúvidas do por que eu escolhi esse caminho! E hoje, mais do que nunca, ser coragem faz muito sentido pra mim.

E pra você?